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sábado, 25 de agosto de 2012

HOMENAGEM DA SEMANA NOSSA ETERNA BANDEIRANTE TIA ALTAIR 2º PARTE


ALTAIR SOUZA DA PRATO 
“Bandeirante” – “Sempre Parata”

      Nasceu em Cláudio, no dia 29 de setembro de 1927 e faleceu no dia 21 de janeiro de 2012, com 84 anos.
Filha de Tereza Gregório de Souza e Antônio José de Souza Júnior.
Casada com Antônio da Prato (Tonho do Nandino) – “Manga Larga”.
Casou-se no dia 15 de outubro de 1942 aos seus dezesseis anos incompletos.
     Auxiliou como voluntária nosso saudoso Padre Manoel da Cruz Libânio em todas as comemorações religiosas e nas necessidades da Paróquia, como receber Padres e Seminaristas com muita alegria e simpatia.  Era também presidente do Apostolado da Oração.
Sua caminhada nesta vida foi pondo os seus talentos a serviço de Deus e do próximo
Seu primeiro movimento foi realizado na época da Segunda Guerra Mundial, uma promoção com a finalidade de arrecadar recursos e com eles comprar cigarros, roupas, mantimentos e objetos de uso pessoal, os quais foram enviados aos nossos pracinhas através da Cruz Vermelha, à Itália.
Seu lar sempre foi ponto de recepção dos políticos que visitavam Cláudio.
     Em seu caminhar neste jardim da vida, ficou sempre à frente na elaboração e apresentação dos movimentos religiosos e sociais, ornamentando Altar, confeccionando andores, conduzindo e instruindo os figurantes da Semana Santa. Foi Ministra da Eucaristia, trabalhando ao lado de todos os Padres que por aqui passaram, de 1943 até a chegada de Padre Ailson de Oliveira Ceccotti, pois já se sentia enfraquecida, despedindo-se dessa tão nobre missão, ciente de seu dever cumprido.
Convocada por Dr. Wilson Veado, deu grande contribuição à sociedade, fazendo parte das Bandeirantes, um grupo de senhoras ativas que cuja contribuição era trabalhar em benefício da pessoa carente, sempre ao lado de Dona Luíza Ventura Veado, esposa de Dr. Wilson.
Marcou presença e deixou grandes exemplos de sabedoria e humildade: Ginásio Quinto Alves Tolentino, Grêmio Cultural e Teatral Claudiense, Casa de Menores São Tarcísio, Casa Dona Quita, de artesanato o “Serviço Assistencial Dona Quita Guimarães Tolentino”, Centro Infantil Mãe Chica, Lactário, Escolas e muitos outros.
Ao lado de seu irmão Hamilton Gregório de Souza ( in memorian)e de Dom Cristiano Portela de Araújo Pena, nosso saudoso Bispo, deu grande contribuição à nossa Diocese. Por ocasião do 15º aniversário da Diocese recebeu a seguinte mensagem: “ Ao ensejo do 15º aniversário de nossa Diocese, quero expressar-lhe muita gratidão. Nestes três lustros, senti sua preciosa colaboração para o desenvolvimento e consideração desta querida Igreja de Divinópólis. – 17 de maio de 1974 + Cristiano Pena”.
     Fundou juntamente com a Sra. Dulce, esposa de Hailton Gregório (in memorian) a primeira Conferência Feminina “Nossa Senhora da Guia” e a Conferência “Santa Luzia” do Valongo, na Capelinha do Coração Eucarístico de Jesus.
A pedido de Tião do Aladim fundou também na Vila Vicentina o Grupo de Trabalho “Recanto da Amizade”. No Escotismo sempre deu sua colaboração e continua atuando juntamente com sua sobrinha Teila Mara Mitre de Castro,  Presidenta do 32º Grupo Escoteiro de Minas Gerais “Vinício de Souza Mitre”.
Em toda a sua vida, não parou. Sempre com muita alegria dizendo SIM a todos que a procuravam.
Pertenceu ao Clube de Maior Idade “Renascer” e seus feitos benéficos a fez amada e respeitada por todos.
Chamada carinhosamente de “FUCA”, entre as crianças da família e amigos, tendo reservadas as balinhas para agradar-lhes hábito herdado de seu saudoso esposo que a deixou no dia 18 de agosto de 1993, quando regressou ao Pai.
Ela e seu esposo tiveram a Graça Divina de comemorar as Bodas de Ouro.
Sua vida sempre foi voltada para os seus familiares, seu filho Lélis e suas netas Elismeire e Elismara e sua Bisneta  Yasmim, sendo sempre a vovó de todos que a conhecem. Seu Lar é de todos. Sempre com uma boa prosa.
Fez de sua vida um hino de amor, dedicação, serviço e anulação de si mesma, amando sem esperar recompensa. Um perfume chamado “AMOR”!
SUA VIDA COMO BANDEIRANTE
BANDEIRANTES – “SEMPRE  PARATA”
As Bandeirantes são meninas e moças que, em alegres reuniões semanais, acampamentos, excursões, boas ações, recebem ensinamentos ditados por Baden Powell, que procuram dar a menina espírito de iniciativa, gosto pela vida sã, ao ar livre, desenvolvendo suas habilidades manuais para maior aperfeiçoamento moral e físico.
O Movimento  Bandeirante está dividido em três etapas, de acordo com as idades:
- fadas – de 6 a 10 anos
- Bandeirantes de 11 a 15 anos
- Cadetes, guias ou chefes – de 16 anos em diante.
A segunda etapa é orientada pelo lema “SEMPRE PARATA” que quer dizer – Sempre alerta – Sempre preparada – Sempre pronta.
“Sempre Parata... na infância, na adolescência, na madureza, na velhice. A Bandeirante não tem idade – a promessa que fez aos 11 anos de: “Ser leal a Deus e à Pátria – Ajudar ao próximo em todas as ocasiões e obedecer ao código das bandeirantes foi para a vida toda e, aureolada da sua tríplice coroa, deve passar as quatro estações de vida “Sempre parata” deixando sempre um sulco luminoso de bom exemplo para as gerações vindouras.
“Vigiai e Orai para não cairdes em tentação”. É o que costumam fazer as bandeirantes católicas, diariamente, à hora da missa.
Espírito da Lei – Pureza de pensamento, de palavra e de ação
Contentai-vos com o que tendes e tirai dele o maior proveito que puderdes.
Vede sempre o lado melhor das coisas e não o pior.

Baden Powell

 



segunda-feira, 20 de agosto de 2012

HOMENAGEM DA SEMANA NOSSA ETERNA BANDEIRANTE TIA ALTAIR


               A história do Movimento Bandeirante começa em 1909, na Inglaterra.
O pai do Bandeirantismo é Robert Baden-Powell, ou BP, como carinhosamente é chamado por bandeirantes e escoteiros de todo o mundo.
              BP, com a ajuda de sua irmã, Agnes Baden-Powell, fundou o movimento das Girl Guides (Meninas Guias, em inglês). Este nome foi escolhido porque traz a imagem daqueles que abrem caminhos, que vão à frente e abrem passagem para outros. No Brasil, o movimento foi nomeado de forma a preservar este sentido, ao adotar o nome “Bandeirantes”.
               A esposa de BP, Olave Baden-Powell, apaixonada pelas bandeirantes, juntou-se a Agnes no trabalho de consolidação do movimento. Olave trabalhou muito no fortalecimento e expansão do bandeirantismo no mundo, inclusive no Brasil.
Inicialmente, o Movimento Bandeirante destinava-se à formação de meninas e moças – tendo um papel fundamental na ampliação e participação feminina na sociedade da época. A partir da década de 1960, no entanto, apostando na proposta de co-educação, o Movimento no Brasil abre suas portas aos meninos e rapazes.
FONTE:www.bandeirantes.org.br

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domingo, 19 de agosto de 2012